sexta-feira, 8 de abril de 2011

O Elias prometido



João Baptista - O Elias prometido.

As profecias sobre o Messias são muito relevantes nas escrituras sagradas. Os judeus esperavam o Messias e também o cumprimento das profecias a respeito dele. O aparecimento de Elias como percursor do Messias era essencial para O reconhecer. A teologia dos fariseus estava certa: se não há Elias também não há Messias.

De acordo com a profecia de Malaquias Elias teria que vir antes do “grande e terrível dia do Senhor”.Portanto, por ocasião da Páscoa, o dia em que todos os primogénitos do Egipto foram mortos e os filhos de Israel poupados por um sinal de sangue nas ombreiras das suas portas.

”Eis que eu envio o meu mensageiro, e ele há de preparar o caminho diante de mim; e de repente virá ao seu templo o Senhor, a quem vós buscais, e o anjo do pacto, a quem vós desejais; eis que ele vem, diz o Senhor dos exércitos.”  Malaquias 3:1
“Lembrai-vos da lei de Moisés, meu servo, a qual lhe mandei em Horebe para todo o Israel, a saber, estatutos e ordenanças. Eis que eu vos enviarei o profeta Elias, antes que venha o grande e terrível dia do Senhor; e ele converterá o coração dos pais aos filhos, e o coração dos filhos a seus pais; para que eu não venha, e fira a terra com maldição.”  
Malaquias 4:4-6


I. O percursor do Messias
João Baptista começou a destacar-se como profeta e com uma mensagem com impacto na sociedade a tal ponto de o seguirem multidões. Por esta razão, este movimento de massas tinha que ter uma análise e um veredicto do Sinédrio, conforme se descreve em João 1:19-27 "E este foi o testemunho de João, quando os judeus lhe enviaram de Jerusalém sacerdotes e levitas para que lhe perguntassem: Quem és tu? Ele, pois, confessou e não negou; sim, confessou: Eu não sou o Cristo. Ao que lhe perguntaram: Pois que? És tu Elias? Respondeu ele: Não sou. És tu o profeta? E respondeu: Não. Disseram-lhe, pois: Quem és? para podermos dar resposta aos que nos enviaram; que dizes de ti mesmo? Respondeu ele: Eu sou a voz do que clama no deserto: Endireitai o caminho do Senhor, como disse o profeta Isaías. E os que tinham sido enviados eram dos fariseus. Então lhe perguntaram: Por que baptizas, pois, se tu não és o Cristo, nem Elias, nem o profeta? Respondeu-lhes João: Eu baptizo em água; no meio de vós está um a quem vós não conheceis. aquele que vem depois de mim, de quem eu não sou digno de desatar a correia da alparca."

João foi claro quando respondeu que não era o Messias - era porém, a voz que “clama do deserto”conforme Isaías 40:3 e Deuteronómio 18:18, portanto ele era o percursor do Messias que eles esperavam. Relativamente à questão em que ele responde que não era Elias, João reporta-se ao sentido físico que eles esperavam a respeito da vinda de Elias. Os judeus esperavam uma aparição literal de Elias num carro de fogo, da mesma forma que ele tinha subido ao céu 850 anos antes.



O próprio nascimento de João Baptista está envolto em todo o sentido profético. Zacarias, seu pai, no exercício do seu turno no templo, teve a revelação de que a vinda do Messias estaria para breve e também do “Elias” profetizado: “Mas o anjo lhe disse: Não temais, Zacarias; porque a tua oração foi ouvida, e Isabel, tua mulher, te dará à luz um filho, e lhe porás o nome de João; e terás alegria e regozijo, e muitos se alegrarão com o seu nascimento; porque ele será grande diante do Senhor; não beberá vinho, nem bebida forte; e será cheio do Espírito Santo já desde o ventre de sua mãe; converterá muitos dos filhos de Israel ao Senhor seu Deus; irá adiante dele no espírito e poder de Elias, para converter os corações dos pais aos filhos, e os rebeldes à prudência dos justos, a fim de preparar para o Senhor um povo apercebido." Lucas 1:13-17

Da própria boca de Jesus nós encontramos uma confirmação clara do cumprimento da profecia: “Ao partirem eles, começou Jesus a dizer às multidões a respeito de João: que saístes a ver no deserto? um caniço agitado pelo vento? Mas que saístes a ver? um homem trajado de vestes luxuosas? Eis que aqueles que trajam vestes luxuosas estão nas casas dos reis. Mas por que saístes? para ver um profeta? Sim, vos digo, e muito mais do que profeta. Este é aquele de quem está escrito: Eis aí envio eu ante a tua face o meu mensageiro, que há de preparar adiante de ti o teu caminho. Em verdade vos digo que, entre os nascidos de mulher, não surgiu outro maior do que João, o Baptista; mas aquele que é o menor no reino dos céus é maior do que ele. E desde os dias de João, o Baptista, até agora, o reino dos céus é tomado a força, e os violentos o tomam de assalto. Pois todos os profetas e a lei profetizaram até João. E, se quereis dar crédito, é este o Elias que havia de vir. Quem tem ouvidos, ouça.” Mateus 11:7-15
II. O aparecimento de “Elias” pela Páscoa.

Vamos rever de novo Malaquias 4:4-6: “Lembrai-vos da lei de Moisés, meu servo, a qual lhe mandei em Horebe para todo o Israel, a saber, estatutos e ordenanças. Eis que eu vos enviarei o profeta Elias, antes que venha o grande e terrível dia do Senhor; e ele converterá o coração dos pais aos filhos, e o coração dos filhos a seus pais; para que eu não venha, e fira a terra com maldição.”
Já vimos que o “Grande e terrível dia do Senhor” é a Páscoa da libertação do povo das garras de Faraó – o dia em que o anjo do Senhor “passou por cima” do povo e poupou todos os que estavam protegidos pelo sangue nas ombreiras das suas portas.



Ainda, a mesa da Páscoa judaica é repleta de ilustrações explicativas sobre os episódios vividos aquando da primeira Páscoa, o dia terrível do Senhor e a fuga apressada do Egipto. A tradição, introduziu algumas práticas ilustrativas para celebrar a Páscoa e explicá-la às crianças. A passagem de Êxodo 6:6,7 é comemorada com vinho tomado antes e depois da ceia, em 4 taças diferentes.
Vejamos a passagem que inspirou a tradição: “Portanto diz aos filhos de Israel: Eu sou Jeová; eu vos tirarei de debaixo das cargas dos egípcios, livrar-vos-ei da sua servidão, e vos resgatarei com braço estendido e com grandes juízos. Eu vos tomarei por meu povo e serei vosso Deus; e vós sabereis que eu sou Jeová vosso Deus, que vos tiro de debaixo das cargas dos egípcios.” Êxodo 6:6,7

Na celebração da Páscoa os judeus colocam 5 taças na mesa da ceia e apenas 4 são bebidas em ocasiões diferentes da refeição, lembrando:
1ª Taça: “Eu vos tirarei do Egipto”
2ª Taça: “Livrar-vos-ei da servidão”
3ª Taça: “Vos resgatarei com braço estendido e com grandes juízos”
4ª Taça: “Vos tomarei por meu povo e serei vosso Deus”
5ª Taça: Uma 5ª Taça com vinho dentro que não pode ser bebido, mas derramado, lembra Elias, que anunciará a vinda Messias para que se cumpra a profecia de Malaquias. 
Então, de acordo com a profecia, “Elias”, “voltaria” na Páscoa para anunciar que a chegada do Messias. E como se sabe João Baptista foi percursor de Jesus até no seu nascimento.
III. A Lei, os Profetas, a Graça.
Uma das evidências mais interessantes sobre João Baptista, como garantia do cumprimento da profecia, é dada por Jesus: “Seis dias depois, tomou Jesus consigo a Pedro, a Tiago e a João, irmão deste, e os conduziu à parte a um alto monte; e foi transfigurado diante deles; o seu rosto resplandeceu como o sol, e as suas vestes tornaram-se brancas como a luz. E eis que lhes apareceram Moisés e Elias, falando com ele. Pedro, tomando a palavra, disse a Jesus: Senhor, bom é estarmos aqui; se queres, farei aqui três cabanas, uma para ti, outra para Moisés, e outra para Elias. Estando ele ainda a falar, eis que uma nuvem luminosa os cobriu; e dela saiu uma voz que dizia: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo; a ele ouvi. Os discípulos, ouvindo isso, cairam com o rosto em terra, e ficaram grandemente atemorizados. Chegou-se, pois, Jesus e, tocando-os, disse: Levantai-vos e não temais. E, erguendo eles os olhos, não viram a ninguém senão a Jesus somente. Enquanto desciam do monte, Jesus lhes ordenou: A ninguém conteis a visão, até que o Filho do homem seja levantado dentre os mortos. Perguntaram-lhe os discípulos: Por que dizem então os escribas que é necessário que Elias venha primeiro? Respondeu ele: Na verdade Elias havia de vir e restaurar todas as coisas; digo-vos, porém, que Elias já veio, e não o reconheceram; mas fizeram-lhe tudo o que quiseram. Assim também o Filho do homem há de padecer às mãos deles. Então entenderam os discípulos que lhes falava a respeito de João, o Baptista.” Mateus 17:1-13

Este encontro no monte Carmelo marcou profundamente as vidas de Pedro, Tiago e João a ponto de eles já não quererem sair dali. Jesus recebeu o consolo que precisava e estes discípulos receberam a convicção que lhes faltava. 
Enquanto desciam o monte Jesus detalhou pormenores proféticos a respeito dos quais eles ainda tinham dúvidas: "Porque dizem os judeus que Elias deve vir primeiro?" Jesus respondeu que Elias já veio, mas não o reconheceram. Este é o pormenor que sobressai daquela conversa naquela longa descida. É o detalhe que interessa. O resto da experiência foi certamente importante para as pregações e actos que se seguiram depois da Festa do Pentecostes.   

SD2006

segunda-feira, 4 de abril de 2011

A Obesidade do Ego









A descendência de Adão encontra-se contaminada pela Síndrome do Altar. (...) Somos uma raça que gosta de viver em destaque. (...) O ser humano comum sente anseio pela celebridade e não gosta da sombra do ostracismo. (Afastamento da vida social, intelectual. Grifo nosso) (...) 

O exibicionismo no palco é uma deformação que denota obesidade do ego, em conseqüência da teimosia dominante do pecado original. (...) O gênero adâmico é presunçoso ao extremo e não concorda com a fronteira da insignificância. (...) Ninguém gosta de viver à margem do êxito e das lentes de observação.

O velho homem, espécie gerada no útero da rebeldia do Éden, não aceita viver no deserto social ou afastada das luzes da ribalta (Série de lâmpadas na parte extrema a frente do palco. Grifo nosso). Ele pode até aturar essa condição por falta de escolha, mas não é de bom grado. A expectativa reservada no seu interior é sempre de uma visibilidade pública e de prestígio diante da coletividade. Muitos não querem perder a sua privacidade, mesmo assim, não gostam de viver na carceragem do anonimato.


O risco de elevação é você alcançar o alto da escala e então perceber que ela se encontra apoiada numa parede errada. Ninguém que tenha comunhão com Cristo deveria aspirar o pódio, uma vez que Ele viveu aqui na terra almejando apenas glorificar ao Pai, sem qualquer glamour ou necessidade de consideração especial. A glória de Cristo na terra era viver para a glória do Pai.

(Frases tiradas do artigo “Desapeando do pedestal”, de Glênio Fonseca de Paranaguá, pastor da primeira igreja Batista de Londrina, publicado na edição de Abril de 2008 de palavra da cruz.)

O verdadeiro amigo do noivo faz propaganda do noivo e não de si mesmo:


 “A noiva pertence ao noivo. O amigo que presta serviço ao noivo e que o atende e o ouve, enche-se de alegria quando ouve a voz do noivo. Esta é a minha alegria, que agora se completa. É necessário que ele cresça e que eu diminua”. João 3:29 e 30


04 degraus de sua queda

Antes de Pedro tornar-se um apóstolo cheio do Espírito Santo, um pregador ungido e um líder eficaz, revelou sua fraqueza e chegou ao ponto de negar a Jesus. Pedro caiu, suas lágrimas foram amargas, mas sua restauração foi completa. A queda de Pedro passou por alguns estágios. A seguir, mostraremos os 4 degraus de sua queda.

1.  Autoconfiança (Lc 22.33)
Quando Jesus alertou Pedro acerca do plano de Satanás de peneirá-lo como trigo, Pedro respondeu que estava pronto a ir com Ele tanto para a prisão como para a morte. Pedro subestimou a ação do inimigo e superestimou a si mesmo. Ele pôs exagerada confiança no seu próprio “eu”, e aí começou sua derrocada espiritual. Este foi o primeiro degrau de sua queda.
Estamos vivendo o apogeu da psicologia de autoajuda. As livrarias estão abarrotadas de obras que nos ensinam a confiar em nós mesmos. O cristianismo diz exatamente o contrário. Somos fracos e limitados. Não podemos andar escorados no bordão da autoconfiança. Precisamos mais da ajuda do alto do que a autoajuda.

2.  Indolência (Lc 22.45)
O mesmo Pedro que prometeu fidelidade a Cristo e a disposição de ir com ele para a prisão e a morte, agora está cativo do sono no jardim do Getsemani no auge da batalha. Faltou-lhe a percepção da gravidade do momento. Faltou-lhe vigilância espiritual. Estava entregue ao sono em vez de guerrear com Cristo contra as hostes do mal. A fraqueza espiritual de Pedro fê-lo dormir e, ao dormir, fracassou no teste da vigilância espiritual.

As palavras de Pedro eram de confiança, mas suas atitudes, trôpegas. Promessas desprovidas de poder evaporam na hora da crise. O sono substituiu a autoconfiança. O fracasso se estabeleceu no palco da arrogância.
 3.  Precipitação (Lc 22.50)

Quando os soldados romanos, liderados por Judas Iscariotes e pelos principais sacerdotes, prenderam a Jesus, Pedro sacou sua espada e cortou a orelha do sumo sacerdote. Sua valentia era carnal. Porque dormiu e não orou, entrou na batalha errada, com as armas erradas e a motivação errada. Pedro deu mais um passo na direção da queda. Ele deslizou mais um degrau rumo ao chão. Nossa luta não é contra carne e sangue. Precisamos lutar não com armas carnais, mas sim com armas espirituais.

Precisamos entrar nessa guerra com os olhos no céu e os joelhos no chão. Precisamos despojar-nos da autoconfiança para recebermos o socorro que vem do alto.

4.  Seguia a Jesus de longe (Lc 22.54)


Depois que Cristo foi levado para a casa do sumo sacerdote, Pedro mergulhou nas sombras da noite e seguia a Jesus de longe. Sua coragem desvaneceu. Sua valentia tornou-se covardia. Seu compromisso de ir com Jesus para a prisão e a morte foi quebrado. Sua fidelidade incondicional ao Filho de Deus começou a enfraquecer. Não queria perder Jesus de vista, mas também não estava disposto a assumir os riscos de sua ligação com Ele.

Ainda hoje há muitos crentes seguindo Jesus de longe. Ainda guardam certo temor de Deus, mas ao mesmo tempo anestesiam a consciência vivendo em práticas erradas. Dizem-se seguidores de Cristo, mas seus pés estão fincados nas sendas sinuosas que desviam do caminho da verdade. Dizem amar a Deus, mas suas atitudes e obras provam o contrário. Estão na igreja, mas ao mesmo tempo, estão no mundo. Freqüentam os cultos, mas o coração está longe do Senhor.

Ao  olharmos para a vida de Pedro, estamos diante do espelho. Muitas vezes somos como Pedro. Mostramos autoconfiança, não oramos, somos precipitados e, seguimos Jesus de longe. Todavia, não podemos perder o foco. O Eterno não desiste de nós, assim como não desistiu de Pedro. Como diz o lindo cântico: “Eu quero voltar ao primeiro amor”! Que seja assim, para a glória Dele.  Amém!

Pr. Marcelo Oliveira


sábado, 2 de abril de 2011

Alice no País das Maravilhas




No filme Alice no País das Maravilhas, um personagem se destaca e chama minha atenção, é a Rainha de Copas, que nesta ultima versão lançada no cinema deram-lhe o nome de Rainha Vermelha. 
No filme, a rainha exige que tudo seja perfeito, e, se por alguma razão, algo dá errado, pode ter certeza que, o envolvido será decapitado. A rainha tinha somente um modo de resolver todas as dificuldades, grandes ou pequenas: “Cortem a cabeça!” dizia, sem mesmo olhar em volta.

Não é exatamente assim que alguns lideres religiosos estão agindo nos dias atuais? Pregar o evangelho verdadeiro exige renuncia e muitas vezes paciência, pois, quando pregam a verdade, geralmente o crescimento da igreja é bem mais lento, mais demorado, e isso para alguns é incompatível com a velocidade em que andam as coisas no mundo. 


Percebendo isso, alguns desses “lideres” perderam completamente o temor a Deus “chutando” de vez a palavra que diz: Eu plantei, Apolo regou; mas o crescimento veio de Deus. De modo que nem o que planta é alguma coisa, nem o que rega, mas Deus, que dá o crescimento.(1 Coríntios 3:6-7). Eles deixaram de lado a Palavra e buscaram a mesma solução da Rainha Vermelha, ou seja: “Cortem a cabeça!”

Ao seguir a orientação da cabeça da igreja, que é Jesus Cristo, o crescimento vem de acordo com a vontade de Deus (1 Co 3:6-7), e isso irrita, e muito, essa liderança. Então o que fazem? “Cortam a cabeça!” Sem a cabeça, que lhes causa “tantos problemas” e lhes “chama a responsabilidade”, os homens se voltam para seus próprios pensamentos e articulam planos para um crescimento “rápido” e “eficaz” da igreja. Agora, livre da “cabeça” podem andar na velocidade do mundo.

Não é exatamente essa a prioridade de Satanás? Ele faz o mesmo com os seres humanos e com a igreja, "corta sua cabeça", ou seja, corta Jesus Cristo da vida do homem e da igreja! Satanás incute na mente cauterizada desses indivíduos que a cabeça não é mais necessária nos tempos atuais. Ele argumenta que seus ensinos são “antiquados demais” e não se adéquam a “nova realidade”.

Seguir as ordens da cabeça nem pensar. O homem capacitou a si próprio e inventou “meios” para que o “corpo” pudesse se movimentar sem precisar da “cabeça”. A “cabeça” fala, pede, ensina, orienta, mas, o corpo, em rebelião, age da forma que quer de maneira, apenas, a agradar todos os membros.

Os membros, por sua vez, seguem outros membros que são mais “ilustres”, por exemplo: seguem ao “olho”, pois o “olho” tem “visões” sobre o destino do corpo, e seguem, também, a “boca”, pois a “boca” declara a vontade do “olho” e dizem ao corpo o que fazer.
Continuando a analogia; igrejas de hoje estão cheias de “olhos” e “bocas” que dizem aos “membros” como se portar, como adorar, como cantar, como ofertar. A “cabeça” se tornou, agora, apenas um símbolo, como uma cruz que ornamenta alguns templos “cristãos”. Assim como declaram que não precisam e nem desejam a cruz, fazem o mesmo com o cabeça da igreja.

O resultado imediato disto? Estão jogando fora sua vida eterna, que, parecem esquecer, pertence a Cabeça e é dada gratuitamente pela Cabeça que é Jesus Cristo.

Enquanto isso, Satanás se diverte assistindo a mais esse filme de “terror”.


Que Deus tenha misericórdia de nós


Por PC@maral