terça-feira, 28 de junho de 2016

ABENÇOEM E OREM




abençoem os que os amaldiçoam, orem por aqueles que os
maltratam. -- Lucas 6:28



Além do exemplo e resultado de Jesus, este mandamento não faz nenhum sentido. Mas. Jesus nos mostra a importância de deixar nosso destino nas mãos do nosso Criador e Pai. De repente, isso faz sentido. Qual a melhor maneira de derrotar um inimigo? Certamente não é surrar ou matar aquela pessoa. Não, a maneira pela qual derrotamos nossos inimigos é tendo a graça de Jesus para capturar nossos corações e moldar nosso caráter ao caráter do nosso Rei!



Amoroso e gracioso Deus, por favor, amoleça meu coração e
endureça minha resolução para que possa amar como Jesus amou. Faça minha vida redentiva, até para aqueles que se opõem a mim, odeiam-me e ridicularizam-me. Use-me, querido Pai, para trazer outros à graca de Jesus. No seu nome eu oro. Amém. ## BOM DIA...



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NOSSO MEDO DE DEUS É ENGANO DO INIMIGO.

“Se vocês, apesar de serem maus, sabem dar boas coisas aos seus filhos, quanto mais o Pai de vocês, que está nos céus, dará coisas boas aos que lhe pedirem!” -- Mateus 7:11

Você já teve medo de pedir algo a Deus? Deus, eu devo aceitar ou não aquele emprego? Senhor, eu devo me mudar ou não para aquela cidade; namorar ou não aquele rapaz ou aquela moça? Como devo usar esse dinheiro, ou aquele bem ou esse tempo que o Senhor me deu? Por que será que às vezes temos medo de perguntar estas coisas a Deus? Será que no fundo tememos que Ele nos mandará para aquele canto esquisito, trabalhar num emprego chato, ou gastar “nosso” dinheiro onde não queremos? Será que temos medo que a resposta dEle àquele namoro será “não”, e é por isso que “esquecemos” de pedir?


Nosso medo de Deus é engano do inimigo. Deus não é um tirano distante que só quer saber dos nossos pecados e mandar a gente para uma vida sofrida de privação. Deus é um pai amoroso que deseja, pode e vai nos dar coisas boas. Porém, temos que fazer exatamente isso – acreditar nEle. Precisamos confiar nEle. Senão, nem pediremos e nem saberemos o que perdemos. Confie em seu Pai. É dEle que vêm todas as coisas boas que você tem, que até hoje você já teve, ou um dia terá. E você terá muito mais, do bom e do melhor. Basta continuar crendo e confiando em seu Pai.

Nosso Pai, coisa boa é ser seu filho. Antes vivíamos sem nome,
sem herança e sem futuro. Mas agora, graças ao amor de Jesus,
fazemos parte da grande família de Deus. Confiamos que o Senhor nos dará qualquer outra coisa que precisamos. Se o Senhor não nos der, é porque é melhor para nós. Satisfeitos e confiantes no amor do Senhor, agradecemos em nome de Jesus. Amém. ## BOM DIA.....


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Foto de Arnaldo Dos Santos Machado.

quinta-feira, 23 de junho de 2016

O SALÁRIO DO PECADO É A MORTE ......




Pois o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é
a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor.
-- Romanos 6:23
Se recebermos o que merecemos, nao vamos gostar do nosso
salário. Por outro lado, Deus, que é rico em misericórdia e graça,
nos dá seu presente por causa do sacrificio de Jesus, e não o que
merecemos. Nao sei sobre você, mas eu quero servi-lo com mais
paixão e fidelidade.
Glorioso e gracioso Pai, santo e perfeito de toda maneira,
obrigado por fechar o grande abismo entre sua justica e minha
imperfeição através da sua graca sacrificial. Obrigado pelo
presente da vida eterna. Que minha vida mortal seja santa e
agradável ao Senhor. No nome de Jesus eu oro. Amém.

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quarta-feira, 22 de junho de 2016

BUSQUEM O REINO DE DEUS




“Busquem, pois, em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua
justiça, e todas essas coisas lhes serão acrescentadas. Portanto, não se preocupem com o amanhã, pois o amanhã trará as suas próprias preocupações. Basta a cada dia o seu próprio mal.” -- Mateus 6:33-34

Há sempre um motivo a mais para prender nossa atenção e nos preocupar. Quando não é comida, roupa ou moradia, é como preservar ou aumentar o que já temos nessas áreas. Quando providenciamos para nossas vidas agora, começamos a nos preocupar com o futuro dos nossos filhos. Oswald Chambers notou que Jesus quer que concentremos nossos esforços numa só área: “Preocupe-se apenas com uma coisa, diz o Senhor, com seu relacionamento comigo.” O Reino de Deus é a presença completa e o domínio total de Jesus em nossas vidas. Jesus promete que comida, roupa, moradia e tudo mais que precisamos “serão acrescentados”. Cremos nisso? Se conhecemos Jesus e estamos andando com Ele, então cremos e confiamos. E se não confiamos, é provavelmente porque não conhecemos Jesus ou não estamos andando com Ele. Se você anda ansioso ou preocupado, nenhum produto ou bem lhe trará paz e satisfação duradoura. Apenas uma coisa servirá – volte para Jesus, ande com Ele. Busque Jesus e você encontrará tudo que seu coração realmente precisa, e no fundo, no fundo, tudo que você realmente quer.


Meu Senhor, obrigado por se revelar a mim. Obrigado por querer andar comigo. Eu não mereço tamanha graça: o Dono do Universo quer passar o dia todo comigo. Que este dia seja um dia entre nós. Eu quero lhe conhecer e quero andar este dia todo em sua presença. Pela graça de seu filho Jesus eu oro. Amém

sexta-feira, 17 de junho de 2016

AS SETENTA SEMANAS DE DANIEL


Enquanto a Igreja de Cristo estiver nos céus, participando do Tribunal de Cristo, de Suas mãos, recebendo os galardões a que fizeram jus aos trabalhos que realizaram em prol do Reino de Deus, estará a terra vivendo a Septuagésima Semana de Daniel que, profeticamente, terá a duração de sete anos.

Para se fazer um estudo completo da Escatologia, ou qualquer outro assunto que fale sobre o fim (Dn 8.17) é necessário estudar as setenta semanas de Daniel, pois esta é uma profecia indispensável à Escatologia.

I.  O QUE QUER DIZER AS SETENTA SEMANAS

“Setenta semanas estão determinadas sobre o teu povo...” (Dn 9.24).

Esta profecia de Daniel a respeito de Israel e da cidade santa (Jerusalém) é fundamental para os últimos tempos. Nesta profecia, cada dia da semana significa um ano, e assim, a palavra traduzida por “semanas” significa, aqui, uma unidade numérica de sete anos, conforme Levítico 25.8 uma semana tem sete anos. A contagem das “setenta semanas” compreendem, portanto, a um período de 490 anos: 70 x 7 = 490.

O termo original traduzido por “semana” em Daniel 9.27 é literalmente “setenário”, isto é, sete anos.

II.   QUANDO COMEÇARÁ AS SETENTA SEMANAS?

“Sabe e entende: desde a saída da ordem para restaurar e para edificar Jerusalém, até ao Ungido, ao Príncipe, sete semanas e sessenta e duas semanas; as ruas e as tranqueiras se reedificarão, mas em tempos angustiosos” (Dn 9.25).

Deus revelou a Daniel que sessenta e duas e mais sete, que seriam sessenta e nove períodos de sete anos, somando portanto 483 anos, transcorreram entre a data da ordem para reconstruir Jerusalém e a vinda do Messias, o Ungido.

As três divisões das setenta semanas.

  1. 07 Semanas                  Dn 9.25                         49 anos
  2. 62 Semanas                  Daniel 9.25                   434 anos
  3. 01 Semana                    Daniel 9.26                   7 anos.

1.  A Primeira Divisão – Sete Semanas


De acordo com Dn 9.25, Jerusalém seria edificada e restaurada da destruição que o império Babilônico causou a santa cidade (Dn 1.1; 2ª Rs 24.1), esta ordem foi dada pelo Rei Ataxerxes (Ne 2.1-8) a Neemias aproximadamente no ano 445 a.C. Um minucioso exame no registro da história mostra que 445 a.C. foi a data deste decreto e nesta mesma data o início da contagem da primeira divisão, e terminou aproximadamente no ano 397 a.C., o que é relativo a 49 anos (7 semanas), onde a santa cidade estava totalmente reconstruída em tempos angustiosos sob a liderança de Neemias. Esta palavra cumpriu literalmente no período previsto (ref. Ed 1.1; Ed 4.11-24).

2.      A Segunda Divisão – Sessenta e Duas Semanas.

Têm-se calculado 483 anos após o decreto da reedificação do templo à vinda do “Ungido” (v. 25). A segunda divisão tem início aproximadamente no ano 397 a.C. e vai até os dias dos apóstolos de Cristo (Messias), neste período o Cristo iria nascer, morrer, e logo após Jerusalém seria invadida e destruída pelo Império Romano, neste caso, os 483 anos referentes as sessenta e nove semanas terminaram em 27 d.C. que foi aproximadamente o ano em que Jesus começou seu ministério na terra:

“E, depois das sessenta e duas semanas, será tirado o Messias e não será mais; e o povo do príncipe, que há de vir, destruirá a cidade e o santuário, e o seu fim será com uma inundação; e até ao fim haverá guerra; estão determinadas assolações” (Dn 9.26).

Depois das “sete semanas” (v. 25) e mais “sessenta e duas semanas”, um total de sessenta e nove semanas (483), duas coisas aconteceram.

A. O Messias seria “tirado” (crucificado) (ref. Is 53.8). Jesus foi rejeitado pelos judeus, condenado e morte na cruz. O povo presente à condenação de Cristo clamou: “O sangue caia sobre nós e sobre os nossos filhos (Mt 27.25).

Israel era o povo especial de Deus, representante do Senhor no mundo, e fazia parte, como os ramos naturais, da boa Oliveira (Rm 11.24). Porém, os judeus rejeitaram Jesus (Jo 1.11). Por isso, foram quebrados da Oliveira, isto é, foram rejeitados pelo Criador (Jr 11.16; Rm 11.19-20), e no seu lugar, foi enxertado a Igreja (Rm 11.17-19). Iniciou-se então, a dispensação da graça, formada por aqueles que o Todo poderoso purificou para si, a fim de serem Seu povo especial, zeloso de boas obras (Tt 2.14). Nós (Igreja) somos agora: “...raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus, a fim de proclamardes as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz; vós, sim, que, antes, não éreis povo, mas, agora, sois povo de Deus, que não tínheis alcançado misericórdia, mas, agora, alcançastes misericórdia” (1ª Pe 2.9-10).

B. O povo do príncipe, que há de vir, destruiria Jerusalém e o templo. O “povo” refere-se ao exército romano, que destruiu Jerusalém em 70 d.C. O “príncipe” refere-se ao General Tito que comandou a dispersão dos judeus (Dn 9.25-26).

Note-se que a destruição de Jerusalém não ocorreu imediatamente após a crucificação de Cristo. Portanto, há um hiato de tempo entre o final das sessenta e nove semanas e o início da septuagésima semana. Os exegetas concluem que este período de tempo corresponde ao período da Igreja. Portanto, podemos notar que para septuagésima semana, falta uma, e sobre esta há grande expectativa. E esta última semana terá início logo após o arrebatamento da Igreja, que serão os sete terríveis anos da Grande Tribulação.

3.      A Terceira Divisão – Uma Semana Sete Anos.

A terceira divisão, a última das setenta semanas de Daniel é ainda futura, ainda não se cumpriu, devido o povo Judeu não estar na cidade santa (Dn 9.24). Como já foi visto na segunda divisão, os Romanos invadiram Jerusalém no ano 70 d.C e expulsaram os Judeus da cidade e os mesmos foram dispersos para muitas nações (Ez 36.19-20; Lc 21.24) e nesta data a profecia teve de ser interrompida na sua sexagésima nona semana, pois o povo judeu não se encontrava na cidade de Jerusalém, e para que esta profecia se cumpra é necessário que o povo do profeta Daniel esteja em Jerusalém. Mas, no dia 14/05/1948, os Judeus começaram a voltar para a santa cidade, neste mesmo dia cumpriu-se a profecia do profeta Isaías 66.8. Na verdade os Judeus já residem na cidade santa, porém ainda não tem o domínio total de Jerusalém, eles a dividem com os palestinos que querem ter domínio de toda Jerusalém e em troca darão a paz que os Judeus procuram. Todos os dias ouvimos falar de ataques e terrorismo no Oriente Médio, pois Satanás procura impedir que esta profecia se cumpra.

Para ter início a última semana é necessário Israel voltar e ser restabelecida como Nação. E foi nesta pergunta que os apóstolos fizeram a Cristo, “restauraras tu o reino a Israel neste tempo?” (At 1.16). Pois sabiam os apóstolos que logo após Cristo restaurar o reino de Israel o mesmo Cristo iria reinar no trono de Jerusalém e a paz estaria de vez com o povo israelita (Is 66.8-10).

Esta última semana não pode ter se cumprido em hipótese alguma, pois nesta última semana (sete anos) os Judeus irão fazer um acordo com o assolador (Anticristo), e este assolador irá ser destruído, porém isto ainda não aconteceu, Israel ainda não fez este acordo com ele (Is 28.15-18), muito menos o Anticristo manifestou-se, sendo assim podemos afirmar que esta última semana de Daniel ainda não cumpriu-se, pois a profecia permanece interrompida.

III.  PARA QUEM ESTÃO DETERMINADAS AS SETENTA SEMANAS

“Setenta semanas estão determinadas sobre o teu povo (Israel), e sobre a tua santa cidade...” (Dn 9.24).

Esta parte das Escrituras Sagradas afirma que este período de tempo irá cumprir-se sobre o povo Judeu (o teu povo) e sobre a cidade de Jerusalém (a tua cidade). Portanto esta profecia é destinada para Israel, sendo assim, lembramos ao leitor: “Não deve-se confundir Igreja com Israel”.

Na segunda Guerra Mundial, o alemão Hitler tentou exterminar o povo Judeu fazendo um holocausto de seres humanos, matando cerca de 6 milhões de judeus. Os demônios sabendo desta profecia procuraram acabar com os judeus, para que não se cumprisse a profecia do profeta Daniel, sobre a ultima semana, e o retorno de Israel. Mas, um milagre aconteceu e Deus deu vida ao povo Judeu que havia sido comparado com um vale de ossos secos (Ezequiel 37), e a nação judaica pode ter nova vida.

O assolador de Daniel 9.27 é o Anticristo, que fará um concerto com Israel por sete anos (uma semana), (Jo 5.43 e Is 28.15-18), e na metade da semana (três anos e meio) irá quebrar o concerto com os judeus.

IV.  CONDIÇÕES PARA A PROFECIA SE CUMPRIREM

Esta profecia de Daniel 9.24-27, está determinada as seguintes condições para seu fiel cumprimento:

Quando Deus rejeitou Israel, por ter desprezado o Messias, parou a contagem do tempo, uma vez que as 70 semanas estavam determinadas para os judeus. Resta, ainda, uma semana, a última. Os judeus necessitam estarem em Jerusalém (cidade Santa), e a Igreja já arrebatada.

V.   O QUE ACONTECERÁ QUANDO COMPLETAR AS SETENTA SEMANAS

“Setenta semanas estão determinadas sobre o teu povo e sobre a tua santa cidade, para extinguir a transgressão, e dar fim aos pecados e expiar a iniquidade, e trazer a justiça eterna, e selar a visão e a profecia, e ungir o santo dos santos” (Dn 9.24).

Neste versículo seis coisas específicas seriam realizadas em favor de Israel durante os 490 anos ou as setenta semanas.

1. A expiação da iniquidade efetuada pela morte de Jesus.
2. O fim dos pecados. Quando Israel voltar para Deus e viver em retidão (Rm 11.26).
3. A extinção da transgressão (quando Jesus vir em glória para reinar) (Ez 37.21-23).
4. Um governo de justiça eterna terá início (milênio – Ap 20.6).
5. As profecias terão seu pleno cumprimento e também seu término.
6. Jesus Cristo ungido Rei.

A última semana de Daniel terá a duração de sete anos, que será dividida em duas partes de três anos e meio (Dn 9.27; Ap 11.1-3; Ap 12.6-14; Ap 13.5).

A primeira metade da semana, cuja duração será de três anos e meio, será ocupada pelo governo do Anticristo. A segunda metade da semana, que terá a mesma duração da primeira, caracterizar-se-á pela Grande Tribulação. Por conseguinte, a Septuagésima Semana de Daniel terá, ao todo, a duração de sete anos (Dn 9.27). Logo: a volta triunfal de Cristo em glória, que fará acompanhar por Sua Igreja, ocorrerá sete anos após o arrebatamento.

Finda-se aqui as setenta semanas de Daniel. Israel reconciliar-se-á com Deus. Ter-se-á cumprido o tempo determinado por Deus, para a execução da transgressão, o fim do pecado, a expiação da iniquidade, para que venha a justiça eterna.

Com o fim das setenta semanas, a visão e a profecia estarão seladas (Dn 9.24). Jesus, então, instalará o Milênio. Israel, agora salvo, estará ao lado de Seu Messias, como a nação líder, tanto política como espiritualmente.

Pr. Elias Ribas